sábado, 19 de fevereiro de 2011

Continue a nadar!!!

Hoje, assisti pela primeira vez a "Procurando Nemo", animação da Disney Pixar lançada há séculos... Tá, tudo bem, é vergonhoso mesmo, não sei porque cargas d'água não fui ao cinema ver esse filme ou porque, depois de passar N vezes na tevê, ainda não tinha assistido.

Assim, ao "zapear" pelos canais, tive a grata surpresa de saber que hoje o Disney Channel iria exibir a animação. Coincidência ou não, dia desses estava no MSN já meio tarde da noite e um amigo muito querido me disse que estava assistindo a esse filme. Além disso, ontem, estive na casa desse mesmo amigo que, não sei se por conta dos filhos pequenos, é fã de animações assim como eu. Inclusive, nosso gosto é até meio parecido: adoramos "Ratatouille", "Up - Altas Aventuras", "Monstros S.A", e agora incluo na minha - ou nossa - lista "Procurando Nemo".  Assim, até mesmo para ter mais assunto com ele, cravei meus olhos na tevê e não desgrudei até o famoso "The End".

O que posso dizer é: lindo! Em todos os sentidos, a animação é muito bacana - mas é claro, deixa a desejar se compararmos com Up, por exemplo.  No entanto, a mensagem de amor, otimismo e esperança que é passada ali é algo inegável. A frase do título desse post, inclusive, foi repetida muitas vezes, quase como um mantra por uma das principais personagens do filme. Em alguns momentos, Dory, repetia: "sempre que tiver algum problema... continue a nadar, continue a nadar..." Algo do tipo: "nunca desista de um objetivo, apesar dos obstáculos".

A partir de agora, vou incorporar essa mensagem em minha vida. Vou continuar a nadar, nem que seja contra a corrente "só pra exercitar", como diz Cazuza na música "Pro dia nascer feliz". Parêntese: quem me conhece bem sabe que não gosto de Cazuza, no entanto, citar a letra coube muito bem aqui e, aprendi que,  em muitos casos é preciso deixar a parcialidade de lado e dar créditos a quem merece. Assim, vou nadar até encontrar o meu, ou os meus Nemos

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

14 de fevereiro, o dia em que Valentim perdeu a cabeça

Hoje, dia 14 de fevereiro, é dia de São Valentim, o padroeiro dos enamorados que moram na Europa e nos Estados Unidos.

Procurando no "Santo" Google, encontrei a história - até bonitinha - desse santo popular. Vejam:

São Valentim é um santo reconhecido pela igrela Católica e por outras igrejas orientais - aquelas que se desenvolveram nos Balcãs, Europa Oriental, Ásia Menor, Oriente Médio, Igrejas da África e Índia - empresta seu nome ao Dia dos Namorados em muitos países que celebram o Dia de São Valentim

Durante o governo do imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército, já que acreditava que, se os jovens não tivessem família, alistariam-se com mais facilidade.

No entanto, Valentim, que era bispo de Roma, continuou a celebrar casamentos em segredo, mesmo com a proibição do imperador.  A prática foi descoberta e o bispo, preso e condenado à morte. Enquanto estava na prisão, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor.

Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega, Asterias, filha do carcereiro que conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Resumo da história: o Cupido flechou o coração dos dois e, com isso, a mocinha recuperou a visão. No entanto, isso não foi suficiente para salvá-lo e ele foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Amigo é coisa pra se guardar... no Orkut, Facebook, Linkedin ou Twitter?

A Época dessa semana trouxe uma matéria intitulada "Descubra quem são seus (verdadeiros) amigos nas redes sociais". Curiosa, fui checar o conteúdo que vocês também podem ler ao clicar no link.

Apesar do texto estar colocado na seção "Vida Útil" sou obrigada a confessar que achei-o bem inútil. Tratam-se de dicas para saber quem recusou seu convite para ser "amigo" nas redes sociais da moda: Orkut (uma das mais antigas), Facebook e Twitter (as febres do momento) e Linkedin (aquela voltada somente para contatos profissionais). Enquanto lia a matéria fiquei me perguntando: será que as pessoas que estão na minha lista são realmente minha amigas, de verdade? Bem, existem algumas ali que são, outras foram amigas por um tempo e, hoje, deixaram minha vida aos poucos, de maneira silenciosa...  Confesso que em algumas eu até penso porque, de certa forma, foram muito importantes em algum momento da minha vida. Me perdoem a comparação, mas acredito que nossa passagem aqui na Terra é como um ônibus: pessoas vêm e vão, entram e saem... algumas entram no primeiro ponto do itinerário e vão conosco até o fim; outras  saem no momento em que têm que sair, se despedem e seguem seu caminho; há aquelas que, sem mais nem menos, puxam a cordinha, saltam e nem olham para trás. Mas, nem por isso fico vasculhando, cruzando listas para saber se fui excluída, bloqueada  ou até se meu convite não foi aceito - caso você não queira instalar um programa espião, como sugere a matéria.

A verdade é: não adianta ficar sofrendo se isso realmente aconteceu. Pode até soar meio piegas, mas é preciso focar no que se tem e não no que não se conseguiu. Percebi que, ao valorizar as pessoas que não me querem como amigas -  entre aspas ou não -, estou automaticamente, desvalorizando aquelas que estão lá, que aceitaram meu convite de primeira. Além do mais, vamos combinar, né? Isso é uma tremenda perda de tempo, coisa de gente que não tem o que fazer na vida.

Conheço pessoas que têm o prazer de ficar bisbilhotando o Orkut / Facebook / Twitter / Sonico / Linkedin / Que pasa? / Badoo e outras tantas redes sociais para ficar comentando: "você viu? fulano foi passar férias em Paris!" ou "nossa, fulaninha foi trabalhar no país tal..." Pra quê? Pelo simples prazer de comentar, com uma mal disfarçada inveja: "é... dinheiro atrai dinheiro..." E pior: têm a cara de pau de me perguntar: "você não sabia disso?",  comos se bisbilhotar a rede alheia fosse meu passatempo favorito ou uma obrigação que deveria cumprir todos os dias.

Sou do tempo que amizades não estavam à prova, que amigo que é amigo está com você sempre, independente de seus defeitos ou posses. Com tudo isso, aprendi que ter milhares de pessoas suas amigas nas redes sociais pode até fazer de você uma pessoa popular, no entanto, isso não significa que aquelas pessoas sejam suas amigas de verdade. "Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa", como diria o falecido presidente do Timão, Vicente Matheus.

Tá certo, não vou negar, mandei um convite para uma pessoa me add no Face e no Twitter. Ainda não recebi a "confirmação de amizade" ou de "follower"... Fiquei meio frustrada? Meio não, 110%. Óbvio, queria muito poder saber mais da vida dela e, de certa forma, até estar um pouco mais presente. Não fui atendida? Paciência, não vou mandar e-mail, encaminhar novamente a solicitação, telefonar ou ficar martelando sobre as possíveis razões que isso aconteceu. Na verdade, isso foi uma lição, uma prova de que talvez não seja tão importante assim. E se não sou tããããoooo importante assim para figurar no hall de amigos / conhecidos / contatos, vou procurar me tornar importante para outras pessoas. O mundo é muito grande para chorar por quem não quer figurar em minha lista e meu lado esquerdo do peito é maior ainda para caber aqueles que amo e que sei que me amam também, "mesmo que o tempo e a distância digam não"...

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Quase cometi um crime!!!!

Calma pessoal, não era assassinato, tráfico de drogas, assalto à mão armada... Nada disso! Quase cometi um crime hediondo, passível de pena de dois a cinco anos de reclusão já que a vítima em questão era um menor, com idade máxima de cinco anos.

Vamos ao começo da história: trabalhar em casa tem suas vantagens. Entre elas é poder descer para a piscina na hora do almoço quando aquele calor "da gota" já cozinhou todos os neurônios. Portanto, hoje, foi isso o que eu fiz. Enquanto aguardava a resposta de um e-mail importante que havia mandado, decidi  botar meu biquini - que não era de bolinha amarelinha e tampouco, pequenininho - e dar um pulo naquela piscina que é abastecida pelas mais remotas geleiras desse mundo. É a única explicação plausível para a temperatura absurda daquela água...

Enfim, cheguei, entrei um pouquinho e me sentei no deck molhado bem próximo à grade do bar tropical quando escuto gritos de uma criança e um barulho de gente nadando. Plaft plaft plaft... Percebi que era um menino de, no máximo cinco anos. Ele tinha uma fala engraçadinha, trocava o "s" pelo "x" o que o tornava mais fofo ainda. Vestia uma bermuda comprida verde, com estampa de hibiscos. Percebi de cara que ele era visitante, já que nunca o havia visto ali, nem a mãe e as irmãs que o acompanhavam...

Depois que ele apareceu, deixei meus pensamentos de lado e fixei toda a atenção naquela pessoinha que usava boias e fazia os braços de remo, numa ação meio desenconçada e inútil, já que ele fazia um tremendo sacrifício para se mexer e quase não saía do lugar e ainda por cima jogava água para todo lado. Notei, então, que aquela criatura vinha em minha direção. Subiu as escadinhas e tentou mudar de lado na piscina. Ele veio se segurando na grade e se equilibrando na borda da piscina até que conseguiu alcançar o deck. Só que "no meio do caminho, havia uma pedra": eu! Ele então, docemente, sorriu e, num português de quem ainda está aprendendo a falar, me disse: "moxa, me dá lixenxa, por favor?" O meu derretimento ao ouvir fala tão bonitinha foi interrompido pelos gritos da mãe: "Daniel, não vai atrapalhar a moça!"

Imediatamente, eu dei licença e ele: "brigadu, eu paxei, agora voxê pode dixcanxar". Claro que não é sempre que uma coisa dessas me acontece. Ainda mais nesse condomínio, onde há muitas crianças e são poucas as que aplicam a boa educação que é dada pelos pais. Diante dessa cena tão bonitinha não resisti e respondi à mãe: "nossa, eu dou licença sim, ele é muito educado, merece toda a licença do mundo!" Ela sorriu num misto de agradecimento e orgulho por ouvir o filho ser elogiado daquele jeito.

Voltei à posição anterior e poucos minutos depois veio a pessoainha: "moxa, dá lixenxa?" E eu, novamente, claro, você é muito lindo! Mal me contendo do derretimento. Agora, me digam: dá ou não dá vontade de pegar uma coisa fofa dessas e levar para casa para sempre? Tudo bem, pegaria alguns anos de cadeia, mas teria valido a pena.  É bem certo que quem me conhece sabe como sou com crianças: as bonitinhas, fofinhas e educadinhas balançam meu coração. Já as mal educadas e chatinhas, deixo de lado.

Quando estava retornando do torpor, veio ele novamente: "moxa, voxê não vai nadar?" Respondi que não, que queria apenas tomar um pouco de sol. Como estávamos somente nós na piscina, a mãe dele gritou: "Daniel, já disse pra você dar sossego para a moça!". Eu bem pensei em entrar na piscina e começar a nadar com aquela coisa fofa. Mas, já estava ficando tarde, a fome começava a dar as caras e, é claro, precisava checar minha caixa de e-mails.

Com dor no coração me despedi dele e fiquei me perguntando se vou voltar a vê-lo. Tomara que meus pedidos sejam atendidos... Assim, quando o vir novamente, vou poder apertá-lo, pelo menos um pouco, já que não posso pegá-lo pra mim. Dessa forma, me livro da cadeia.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Em busca da gostosura e de outras coisas perdidas

Povo meu, olha a sumida de novo aí gente!
Sim, mais uma vez, tomei chá de sumiço e me desliguei do blog. Não só do blog, mas do Twitter, do Face, Orkut - o que é isso? Nem sei mais...
Mas, estou tentando me corrigir, vou fazer um curso de Mídias Sociais e aí vou arrasar, vocês vão ver...  Nem vão aguentar de tanta postagem minha...

Bem, mas o que me traz aqui é uma novidade: o sistema de trabalho home office tem me permitido um pouco mais de tempo livre e, com isso, voltei a malhar. Isso mesmo, tenho ido caminhar no parque pela manhã ou no fim da tarde. Além disso, também decidi parar de fugir da academia. Mas, para que tudo isso? A resposta é simples: cansei de não ser mais gostosa. Não que eu fosse A gostosa do pedaço, mas já tive um corpinho interessante. Não que eu não tenha mais, mas que as coisas estão meio escondidas - não muito, viu?

O mais bacana de tudo isso - e que eu não posso me esquecer de forma alguma - é a sensação gostosa de corpo malhado. Esses dias estou com as pernas e braços doloridinhos por conta dos exercícios. Mas, sinto que vai valer a pena. Disse ao mocinho da academia que quero ficar como a Beyoncé e ele afirmou que os cabelos, eu já tenho... rsrs

Estou com muita vontade de recuperar a forma perdida e voltar a usar algumas roupichas que me deixavam bem: minha calça jeans Daslu (chique benhê), minha calça branca  tamanho 42 que me deixa maravilhosa(!!!), meu corpete branco que arrasava quarteirões... Enfim, além da gostosura perdida, estou em busca da recuperação do meu guardarroupa.  Sim, agora é tudo junto e r dobrado.

Mas, acho que o mais importante de tudo isso é que, com a vontade de eliminar essas gordurinhas inúteis que não me pertecem, percebi que não adianta ficar reclamando da vida, é preciso arregaçar as mangas e ir à luta pelo que ser quer. De repente, veio a vontade de resgatar em mim a pessoa que eu já fui e que, não sei porque cargas d'água ficou perdida por aí. Entendi que nada adianta ficar sonhando com um passeio de bicicleta pela Provença se não junto dinheiro para ir para lá. Para isso, preciso batalhar para ganhar mais, guardar a grana, não gastar com bobagens. Até fiz um título de capitalização que sorteará 2 milhões por mês. Ah, se eu ganho, vou postar nesse blog direto da Provença.


Em breve, conto as novidades!